Primeira pessoa do singular.


Eu sou a folha que caiu das árvores no outono, sou parte do vento gélido que integra o inverno e uma gota de chuva que caí do céu em dias chuvosos e cinzas. Sou lua e noite, sou palavras que envolvam algum tipo de emoção. Sou um sentimento doce e sincero, cheio de detalhes que poucos conseguem observar, sou mistério em forma humana.

É preciso deixar claro também que sou feita do mau humor, da ironia e sou crítica. Feita de vírgulas, exclamações, interrogações e mais elementos que compõem a escrita. Sou um texto aleatório, composto por devaneios. Não sou explícita e não costumo demonstrar sentimentos facilmente, apesar de possuir alma de uma romântica à moda antiga.

A verdade a ser dita é que, são poucas as pessoas que me encantam e às vezes, a meu ver, pessoas silenciosas são mais interessantes que as efusivas. Sou o orgulho, o amor a gatos, sou uma fotografia.

Alimento-me do rock que toca no player de música do meu computador, de ciúmes estranhos, dos livros, da amizade sincera, da nostalgia , de um olhar e um sorriso encantador e verdadeiro, das noites de lua cheia, do observar das estrelas, do chocolate quente em dia frio, do cafuné no cabelo, e às vezes de filmes. Sou um acorde de violão, uma estrofe de poesia. Sou só eu, sou só eu.

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