Tirando isso aqui das teias de aranha. Só um lembrete quanto ao texto a seguir: é uma narrativa que fiz para a oratória em redação onde era obrigatório ter vinte linhas. Prometo que em breve volto a postar com frequência.
John e Alice eram muito amigos, desde a infância. Mas uma briga, que começou por motivos fúteis, colocou um fim nessa amizade. Tinham, até aquele momento uma forte amizade e o que os beneficiava nisso eram os seus gostos parecidos para as coisas.
Certo dia, John pegou-se com pensamentos negativos em relação a uma apresentação da amiga, certamente desejando que algo desse errado. Ele não sabia de onde viria esse sentimento, porém, ao longo desse pensamento, entendeu que estava sentindo ódio da garota.
John, apesar de não possuir mais laços de afeto com ela, não entendia o porquê de sua amiga não sair da sua cabeça, já que agora não mais se falavam e ele estava com raiva dela. Mas o que John não entendia era que quando alguém odeia outra pessoa, esse ódio anda junto, querendo ou não, com o amor. Ele começou a entender isso naquela tarde, deitado em sua cama, onde, depois de dias da briga, acabou chegando à conclusão de que, mesmo a odiando ele ainda se importava e pensava nela, mesmo sendo pensamentos negativos. Quando ele a amava acontecia a mesma coisa, com pensamentos positivos.
E então naquele mesmo dia, John foi até a casa da Alice. Pediu desculpas a ela, explicando o motivo dele não aguentar mais aquela situação. Desejou-lhe boa sorte na apresentação e voltou para a casa, onde começou a arrumar-se para prestigiar a amiga, fazendo-a entender o que ele tinha aprendido: o amor e o ódio andam, mesmo que não percebamos isso, de mãos dadas.

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